terça-feira, 19 de junho de 2012

Oficina Blog - Microrregião 1

No dia 15 de junho, realizamos uma Oficina sobre Blog no Instituto Federal Farroupilha de São Vicente do Sul. O trabalho visa incentivar o uso de Blogs como recurso pedagógico, meio de divulgação das ações da escola e interação com a comunidade escolar. A iniciativa da proposta foi do Setor Pedagógico da 8ª CRE, coordenado pelo Profº Rogier Menezes. Neste primeiro encontro, participaram as escolas pertencentes à Microrregião 1, que abrange os municípios de Cacequi, Jaguari, Mata, Nova Esperança do Sul, São Francisco de Assis e São Vicente do Sul. A oficina foi uma parceria entre o NTE e a TV OVO e, foi ministrada pelos professores Vanessa Juliane da S. Roth, Angelo Pedro Cassol Filho (NTE) e Júlia Mello Schnorr (TV OVO).

segunda-feira, 21 de maio de 2012


Dia 11 de maio estivemos na Esc. Afonso Maurer, em Toropi, para instalação e atualização de programas nos computadores do laboratório, com o objetivo de facilitar a realização das atividades propostas.

Na mesma escola, no dia 15 de maio, realizamos a terceira aula do Curso Introdução a Educação Digital (40h), ministrada pelos professores Vanessa Roth e Angelo Pedro Cassol Filho. Nesta aula, os professores aprenderam a constituir um blog, que pode vir a subsidiar atividades pedagógicas com os alunos, também desenvolveram atividades no Excel (tabelas e gráficos), com o objetivo de auxiliar na elaboração e planejamento das aulas, entre outras atividades. Os professores deverão realizar uma aula com seus alunos, com a utilização de recursos tecnológicos, com a finalidade de colocar em prática conteúdos desenvolvidos no curso. 
No dia 11 de maio com a Diretora da Escola Ângela Kurz
Professores e alunos do Curso

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Entrevista com Marcos Meier

Professor está sobrecarregado com tarefas que são dos pais, diz educador

Marcos Meier dará palestra na Feira Educar, que abre nesta quarta em SP.
Para ele, tecnologia mal utilizada não ajuda em nada a educação.

A relação entre família, sociedade e escola é o tema da edição deste ano da Feira Educar Educador, que começa nesta quarta-feira (16), no Centro de Exposições Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo. O mestre em educação Marcos Meier vai dar a palestra que sintetiza o evento: "Família, sociedade e escola: onde pretendemos chegar?". Para ele, o professor tem sido obrigado a assumir uma tarefa que é relativa aos pais na educação de crianças e adolescentes.
Ao viajar o Brasil dando palestras para professores, o mestre em educação Marcos Meier, que já foi ele mesmo professor de matemática no Paraná, se deparou com uma tendência preocupante a partir dos depoimentos dos docentes. "O professor, que antigamente tinha tempo para ensinar o currículo, hoje tem que gastar 20 minutos corrigindo a indisciplina do aluno, fazendo-o sentar, pegar o caderno... Um monte de coisas da área da educação básica das famílias não está pronta, e o professor precisa dar conta disso", afirmou.

Leia na íntegra

Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/professor-esta-sobrecarregado-com-tarefas-que-sao-dos-pais-diz-educador.html 

 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Santa Maria sedia o I Encontro de Educomunicação da Região Sul

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Ministério da Educação (MEC), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), através da 8ª Coordenadoria Regional de Educação (8ª CRE) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promovem nos dias 24 e 25 de maio o “I Encontro de Educomunicação da Região Sul – I Educom Sul” em Santa Maria.

O objetivo do I Educom Sul é proporcionar a ampliação do debate acerca das práticas educomunicacionais que vêm sendo desenvolvidas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Além de possibilitar o compartilhamento de experiências vivenciadas e dos resultados obtidos nos programas federais Mais Educação, Conexão de Saberes (MEC), Novos Talentos (Capes) e outras iniciativas que envolvem os campos da educação e da comunicação.
Na ocasião haverá espaço para a apresentação e discussão de trabalhos desenvolvidos dentro da temática da educomunicação. A inscrição de resumos poderá ser feita até 25 de abril. Os trabalhos selecionados serão divulgados a partir do dia 27 de abril. O envio de trabalhos completos encerra no dia 10 de maio. Além destas modalidades de participação, os interessados poderão se inscrever como ouvinte até 15 de maio. As inscrições e mais informações poderão ser obtidas através do site http://www.ufsm.br/educom.
 
Fonte: http://www8cre.blogspot.com.br/2012/04/santa-maria-sedia-o-i-encontro-de.html

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Reportagem exibida no Programa Teledomingo dia 29/04/2012.
"Conheça duas realidades no RS: crianças que aprendem com e sem tecnologia".
  
Clique na imagem e assista o vídeo: 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Seminário "Tecnologias Digitais em Contextos Educacionais"

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), através do Departamento de Logística e Suprimentos (DLS), promoveu o seminário “Tecnologias Digitais em Contextos Educacionais”, de 12/04 a 13/04, no Centro de Treinamento da Procergs. O emprego das tecnologias digitais na educação foi o tema da formação. O evento foi voltado para a capacitação das equipes dos Núcleos de Tecnologias Educacionais (NTEs), vinculados as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs).
Na abertura do Seminário a diretora do DLS, Ana Cláudia Figueroa, enfatizou a preocupação com a sustentabilidade, já que o lixo eletrônico é altamente tóxico e representa um grave problema ambiental. Ainda discorreu sobre o emprego das tecnologias digitais, a "Tecnoaula".
Durante o encontro, foram realizadas oficinas tecnológicas, que contaram com kits de robótica para utilização pelos participantes. O evento teve como parceiros o Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Grupo de Pesquisa Educação Digital do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unisinos e a ONG One Laptop per Child. (OLPC). No encerramento do evento, tivemos a fala da pesquisadora Dra. Léa Fagundes, coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC) da UFRGS. O NTE da 8ª CRE foi representado pelos professores Angelo Pedro Cassol, Renato F. Miranda e Vanessa J. S. Roth.


Fonte: http://ntesantamaria.blogspot.com.br/2012/04/curso-de-formacao-para-professores-dos.html

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Curso de Introdução à Educação Digital - Turma 57

Dia 03 de abril iniciamos mais uma turma do Curso Introdução à Educação Digital (40h), na EEEM Afonso Maurer, em Toropi. A primeira aula contou com a participação de 20 professores, que realizaram várias atividades, entre elas: criar pasta, digitar textos, formatar e salvá-los, pesquisar imagens, salvá-las e inseri-las no texto, informações sobre o tamanho dos arquivos, redimensionar imagens, fazer uma apresentação no Power Point, entre outras. Os professores receberam o DVD do curso e um CD com materiais didáticos digitais, de cada disciplina, para pesquisa e utilização nas aulas com os alunos. A escola recebeu quatro livros, com o conteúdo do curso, que estarão disponíveis na biblioteca aos interessados. O curso será ministrado pelos professores Vanessa Roth e Angelo Pedro Cassol Filho.
Agradecemos a receptividade e contamos com a presença de todos na próxima aula dia 17 de abril.



terça-feira, 20 de março de 2012

9 motivos para seu filho aprender a dançar

Quais os principais benefícios da dança para o desenvolvimento das crianças e adolescentes

Texto Marion Frank 

 O homem usa o próprio corpo de modo a ocupar o espaço e interagir com o outro desde que o mundo é mundo. No início, seguiu o instinto; aos poucos, descobriu o prazer; e há séculos aproveita técnicas e estilos especialmente desenvolvidos pela dança para explorar a riqueza de possibilidades inerente ao corpo humano. Porque dançar é muito mais do que movimentar braços e pernas sob o estímulo de um ritmo. "A dança permite conhecer o próprio corpo e, com isso, ampliar a capacidade de se expressar e de se comunicar do indivíduo, criando a autoestima que vai servir de base por toda a sua vida", realça Carmen Orofino, professora de dança no Atelier-Escola Viva, de São Paulo.

O simples ato de andar já é poderoso o suficiente para servir de alimento ao cérebro e, de tabela, contribuir para a nossa saúde. A dança? "Seus movimentos são mais refinados, o que determina a qualidade de alimentação que proporciona ao nosso corpo", garante o coreógrafo Ivaldo Bertazzo, há mais de 35 anos trabalhando com dança. A conclusão é uma só: quanto mais cedo uma criança aprende a dançar, mais possibilidades ela tem de tornar seu corpo "inteligente".

Dançar também ajuda a desenvolver emocionalmente quem tem pouca idade, combatendo inseguranças e estimulando a partilhar experiências com o grupo a que pertence. Crianças podem se exercitar em Dança desde os primeiros anos da Educação Infantil - e assim aprimorar habilidades motoras fundamentais para a evolução. Com a ajuda dos especialistas Carmen Orofino e Ivaldo Bertazzo, destacamos os principais benefícios da atividade. Conheça a seguir:

Clique no link e continue lendo 

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/9-motivos-seu-filho-aprender-dancar-635350.shtml


sexta-feira, 2 de março de 2012

O Porquê da Música na Educação

Imagem que mostra parte do meio de um violão

A música tem um papel importantíssimo no processo de formação de um indivíduo. É muito valioso que crianças tenham contato com esta arte desde pequenas, e que ela seja inserida de forma criativa no currículo escolar, pois, dentro do processo didático-pedagógico, a música é considerada ciência e arte que são compostas, basicamente, por sons, ritmos, melodia e harmonia.

Sendo uma manifestação artística, ela contribui para uma formação integral da criança, honrando os valores culturais e promovendo o senso estético, a sociabilidade, a expressividade, afastando a criança da timidez.

O papel da música na educação deve ser visto não só pelos educadores, mas também pelos pais como uma experiência enriquecedora, tornando a aprendizagem um momento mais alegre e receptivo ao possibilitar uma maior fixação dos conteúdos aplicados.

Muitos professores utilizam o recurso da música para ensinar conteúdos de geografia, história e até mesmo matemática, desenvolvendo a criatividade e chamando a atenção dos seus alunos, atingindo, assim, as metas de aprendizado de forma prática e estimulante.

No processo de alfabetização, isso acontece ensinando as letras e brincando com as palavras em forma de música. É também uma forma de chamar a atenção daqueles alunos inquietos na sala de aula.

Cada vez mais fica urgente a ludicidade no ambiente educacional, buscando uma aprendizagem significativa e que atenda as necessidades impostas pela sociedade, tornando o aprendizado prazeroso e convidativo.

Por meio da musicalização, a arte se encaixa nessa ludicidade, pois auxilia a criança não só na construção do aprendizado, mas também na construção de si mesma, desenvolvendo noções do seu próprio corpo e despertando uma melhor comunicação e criação artística espontânea.

É importante conscientizar que a musicalização estabelece uma ponte que introduz o sentido de parceria e cooperação, o que eleva a autoestima e, acima de tudo, favorece os desenvolvimentos cognitivo/linguístico, psicomotor e socioafetivo do aluno, independente de sua faixa etária. Quanto maior o estímulo, maior será o desenvolvimento cognitivo/linguístico da criança. Nesse sentido, a música favorece a amplitude de todos os sentidos do corpo humano.

Ao focar o desenvolvimento psicomotor, as atividades lúdicas de cantar fazendo gestos e bater palmas e pés permitem que se desenvolva o senso rítmico e a coordenação motora, fatores importantes também para o processo de aquisição da leitura e da escrita.

É importante também a valorização do desenvolvimento socioafetivo da criança que, aos poucos, forma-se sua identidade, passando a compreender o conceito de grupo. Além disso, ao expressar-se musicalmente de forma prazerosa, a criança libera suas emoções e conquista um sentido de segurança e autorrealização.

Por se apresentar de forma livre e sem exigir pressão e cobranças, fica evidente que a prática da musicalização facilita a comunicação do aluno consigo mesmo e com o meio em que vive, contribuindo para seu desenvolvimento social e despertando o respeito de forma a facilitar a inclusão de outras crianças.

Kátia Bellotti é Mediadora de Informática Educacional no município de Caçapava, interior de São Paulo.

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/impressao.asp?artigo=2151

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

26 filmes para assistir com seu filho

Um filme não precisa ser didático para ensinar valores importantes na formação dos alunos. Conheça obras do cinema aplaudidas por críticos e professores

 

Todos podem se espelhar em exemplos do cinema para descobrir maneiras de aprender e ensinar melhor. Sem deixar de se divertir nem se emocionar. Como explica a professora de Cinema e vice-coordenadora da Cinemateca da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Verônica Ferreira Dias, um filme "é sempre algo atrativo, porque traz entretenimento e reflexão também".

Para ela, quando a sétima arte retrata processos de aprendizado bem-sucedidos, é capaz de despertar o espírito crítico da sociedade. "As pessoas acabam repensando o sistema educacional, já que nem sempre têm paciência para ouvir discursos teóricos de especialistas". E Verônica não está sozinha. Arte-educador e doutor em Educação pela USP (Universidade de São Paulo), Marcos Ferreira dos Santos pensa de modo semelhante. "O cinema faz com que a gente tenha um 'olho privilegiado' e consigamos entrever coisas invisíveis em certas situações". 

 

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

Amanda Polato (Amanda Polato)

TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.

Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.

As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.

Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE
  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/223_materiacapa_abre.shtml

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital

Pioneira no uso da informática educacional no Brasil, Léa Fagundes cobra políticas públicas para o setor e defende a ajuda mútua entre professores e alunos

A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova.

Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.

Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes.

Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: "Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles".

O que a senhora diria a um professor que nunca usou um computador e precisa incorporar essa ferramenta em sua rotina de trabalho?
Que não tenha medo de errar nem vergonha de dizer "não sei" quando estiver em frente a um micro. O computador não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças.

Como deve ser uma capacitação que ajude o professor a se adaptar a essas novas exigências?
É fundamental que a capacitação ofereça ao professor experiências de aprendizagem com as mesmas características das que ele terá de proporcionar aos alunos, futuros cidadãos da sociedade conectada. Isso pede que os responsáveis pela formação se apropriem de recursos tecnológicos e reformulem espaços, tempos e organizações curriculares. Nunca devem ser organizados cursos de introdução à microinformática, com apostilas e tutoriais. Esse modelo reforça concepções que precisam ser mudadas, como a de um curso com dados formalizados para consultar e memorizar. Em uma experiência desse tipo, o professor se vê como o profissional que transmite aos estudantes o que sabe. Se ele não entende de computação, como vai ensinar? Aprender é libertar-se das rotinas e cultivar o poder de pensar!

Que competências os educadores devem adquirir para utilizar com sucesso os recursos da informática?
Os professores em formação necessitam desenvolver competências de formular questões, equacionar problemas, lidar com a incerteza, testar hipóteses, planejar, desenvolver e documentar seus projetos de pesquisa. A prática e a reflexão sobre a própria prática são fundamentais para que os educadores possam dispor de amplas e variadas perspectivas pedagógicas em relação aos diferentes usos da informática na escola.

Onde o professor pode buscar informações sobre inclusão digital?
Ele pode visitar sites e participar de grupos de discussão. Consultar revistas especializadas e cadernos especiais dos jornais também ajuda muito. Outro caminho é buscar conhecimentos mais específicos com estudantes de escolas técnicas ou de cursos de graduação em informática e ouvir os próprios alunos.

É comum encontrar estudantes que têm mais familiaridade com a informática do que o professor. Como tirar proveito disso?
Transformando o jovem em um parceiro do adulto. Quando isso acontece, a relação educativa deixa de ser hierárquica e autoritária e passa a ser de reciprocidade e ajuda mútua. O educador não deve temer que o estudante o desrespeite. Ao contrário, o adolescente vai se sentir prestigiado por partilhar sua experiência e reconhecer a honestidade do professor que solicita sua ajuda. Esse fato é determinante para a criação de um mundo conectado.

A senhora coordena programas ligados à inclusão digital em escolas públicas. Que lições tirou dessa experiência?
Na década de 1980, descobri que o computador é um recurso "para pensar com", e que os alunos aprendem mais quando ensinam à máquina. Em escolas municipais de Novo Hamburgo, crianças programaram processadores de texto quando ainda não existiam os aplicativos do Windows, produziram textos de diferentes tipos, criaram protótipos em robótica e desenvolveram projetos gráficos. Hoje, encontro esses meninos em cursos de ciência da computação, mecatrônica, engenharia e outras áreas. Na Escola Parque, que atendia meninos de rua em Brasília, a informática refletiu na formação da garotada, melhorando sua auto-estima e evidenciando o desempenho de pessoas socialmente integradas. Alguns desses garotos foram contratados como professores e outros como técnicos.

Os alunos da rede pública têm o mesmo desempenho no uso da informática que os de escolas particulares e bem equipadas?
Sim. A tese de doutorado que defendi em 1986 me permitiu comprovar o funcionamento dos mecanismos cognitivos durante a construção de conhecimentos. Nos anos 1990 iniciei as experiências de conexão e confirmei uma das minhas hipóteses: as crianças pobres consideradas de pouca inteligência pelas escolas, quando se conectam e se comunicam no ciberespaço, apresentam as mesmas possibilidades de desenvolvimento que os alunos bem atendidos e saudáveis.

A educação brasileira pode vencer a exclusão digital?
Há excelentes condições para que isso aconteça. No Brasil já temos mais de 20 anos de estudos e experiências sobre a introdução de novas tecnologias digitais na escola pública. Esses dados estão disponíveis. O Ministério da Educação vem criando projetos nacionais com apoio da maioria dos estados, como o Programa Nacional de Informática Educativa (Proninfe) e o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo). Muitas organizações sociais e comunitárias também colaboram nesse processo.

O que mais emperra o uso sistemático da informática nas escolas públicas?
A falta de continuidade dos programas existentes nas sucessivas administrações. Não se pode esperar que educadores e gestores tomem a iniciativa se o estado e a administração da educação não garantem a infra-estrutura nem sustentam técnica, financeira e politicamente o processo de inovação tecnológica.

Como o computador pode contribuir para a melhoria da educação?
Inclusão digital não é só o amplo acesso à tecnologia, mas a apropriação dela na resolução de problemas. Veja a questão dos baixos índices de alfabetização e de letramento, por exemplo. Uma solução para melhorá-los seria levar os alunos a sentir o poder de se comunicar rapidamente em grandes distâncias, ter idéias, expressá-las como autores e publicar seus escritos no mundo virtual.

Nossas escolas estão preparadas para utilizar plenamente os recursos computacionais?
A escola formal tem privilegiado essa concepção: é preciso preparar a pessoa para que ela aprenda. Mas o ser humano está sempre se desenvolvendo. Assim, as instituições também estão constantemente em processo. Por isso, a escola não precisa se preparar. Ela começa a praticar a inclusão digital quando incorpora em sua prática a idéia de que se educa aprendendo, quando usa os recursos tecnológicos experimentando, praticando a comunicação cooperativa, conectando-se. Mas algumas coisas ainda são necessárias. Conseguir alguns computadores é só o começo. Depois é preciso conectá-los à internet e desencadear um movimento interno de buscas e outro, externo, de trocas. Cabe ao professor, no entanto, acreditar que se aprende fazendo e sair da passividade da espera por cursos e por iniciativas da hierarquia administrativa.

Existe um padrão ideal de escola que usa a tecnologia em favor da aprendizagem?
Não é conveniente buscar padrões. Como sugeria Einstein, quando se trata de construir conhecimento é mais produtivo infringir as regras. O primeiro passo é reestruturar o espaço e o tempo escolares. Devemos dar condições para que os estudantes de idades e vivências diferentes se agrupem livremente, em lugares próximos ou distantes, mas com interesses e desejos semelhantes. Eles vão escolher o que desejam estudar. Essa liberdade definirá suas responsabilidades pelas próprias escolhas. Os professores orientarão o planejamento de forma interdisciplinar. Isso tudo é possível com o registro em ambiente magnético, que é de fácil consulta. Toda a produção pode ser publicada na internet, intercambiada e avaliada simultaneamente por professores de diferentes áreas.

Qual é sua avaliação sobre a proliferação de centros de educação a distância?
Nestes tempos de transição vamos conviver com projetos honestos e desonestos, alguns bem orientados e outros totalmente equivocados. O pior dos males é a voracidade do mercado explorador da educação a distância. Espero que a própria mídia tecnológica dissemine informações para o público interessado ter condições de analisar esses centros. É importante discriminar os cursos consistentes dos que "vendem ensino", ou seja, que reproduzem o ensino da transmissão, fora de contexto, em que o aluno memoriza sem compreender.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/planejamento-e-financiamento/podemos-vencer-exclusao-digital-425469.shtml

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Concurso para Professor do Estado do Rio Grande do Sul

Edital Nº 01/2011
Inscrições de 16 de janeiro a 03 de fevereiro de 2012.

Valores:
A) R$ 121,70 para o cargo de professor que exiga nível de escolaridade superior;
B) R$ 53,38 para o cargo de professor que exiga nível de escolaridade médio (curso normal/magistério, pós-médio do curso nornal/magistério, inclusive magistério indígena).

Carga Horária: 20 horas, sendo 13 horas de docência e 7 horas de atividades.

Leia o edital na íntegra, clicando aqui. 
Mais informações e o quadro de vagas por Coordenadoria, veja no endereço abaixo:
http://www.seduc.rs.gov.br/pse/html/conc_magisterio.jsp?ACAO=acao1

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Seduc realiza formação para os Núcleos de Tecnologia

A Secretaria de Estado da Educação, através do Departamento de Logística e Suprimentos, realiza seminário de formação para os 30 Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs). O encontro acontece nesta segunda e terça-feira (12 e 13), no Centro de Treinamento da Procergs, em Porto Alegre, e tem por objetivo planejar as atividades na área de tecnologia educacional para 2012. Leia na íntegra

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Reestruturação do Ensino Médio

Marilza Regattieri: ''O Ensino Médio que está aí não faz sentido''

Pesquisadora da Unesco propõe para o Ensino Médio currículos mais dinâmicos e que ofereçam aos alunos uma formação integral

O cenário do Ensino Médio no Brasil é triste. Os resultados nas avaliações nacionais e internacionais são fracos, os índices de reprovação e evasão são altos, há queda no número de matrículas e faltam professores especialistas. O desânimo é tanto que a maior taxa de abandono ocorre logo no primeiro ano do segmento. Em 2010, 12,5% dos alunos recém-ingressos deixaram de ir à escola, contra 7,6% no 3º ano, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Continue lendo...


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

8 razões para usar o Youtube em sala de aula

Descubra como esta rede social pode ajudar você a produzir vídeos e planejar aulas mais dinâmicas e interessantes para seus alunos



Prender a atenção dos estudantes, que estão cada vez mais conectados, não tem sido uma tarefa fácil para os educadores. O problema se torna cada vez maior conforme os alunos ficam mais velhos. Nas salas de aula do Ensino Médio, é muito comum os professores disputarem a atenção dos estudantes com aparelhos eletrônicos, celulares ou smartphones. Por isso, o momento é propício para tornar a tecnologia - e a sua turma - uma aliada em sala de aula. "O uso de recursos tecnológicos que estão presentes no dia a dia dos alunos pode ajudar a aproximá-los dos temas tratados em sala, além de servir como estímulo para o estudo", afirma Marly Navas Soriano, professora de Informática Educativa da EMEF Cleómenes Campos, em São Paulo.
Youtube para professores
Para encorajá-lo a usar o Youtube em sala, listamos oito bons motivos para incluir a rede social no seu planejamento e na sua rotina profissional:

1- Oferecer conteúdos que sirvam como recursos didáticos para as discussões em aula
Incentive os estudantes a participar das aulas compartilhando com eles vídeos que serão relevantes para o contexto escolar. Desde que bem selecionados, os conteúdos audiovisuais podem mostrar diferentes pontos de vista sobre um determinado assunto, fomentando os debates e discussões em sala.

2- Armazenar todos os vídeos que você precisa em um só lugar
Se você ainda não é um usuário do Youtube, basta criar uma conta na rede (gratuitamente) para ter acesso às listas de reprodução (playlists). Elas permitem que você organize seus vídeos favoritos em sequência. Um usuário não precisa selecionar apenas vídeos publicados por ele, ou seja, a playlist de um professor pode conter vídeos publicados por outros membros do Youtube. Outra vantagem de organizar os vídeos em listas é que quando um vídeo termina, o próximo começa sem que sejam oferecidos outros vídeos relacionados, mas que não interessam ao seu propósito didático naquele momento. Ao selecionar o material que será visto pelos alunos, você pode garantir que o conteúdo hospedado em seu canal seja confiável, pois ele passou pela sua curadoria.
Consulte dois tutoriais breves, desenvolvidos pelos profissionais do Youtube, sobre como criar uma lista de reprodução e como organizar seus vídeos.

3- Montar um acervo virtual de seus trabalhos em vídeo
Com uma câmera fotográfica, um celular ou uma câmera de vídeo simples, você pode capturar e salvar projetos e discussões feitas em sala de aula com seus alunos. Com esses registros da prática pedagógica você terá em mãos (e na rede) um material rico, que pode servir como base para uma análise crítica de seu trabalho e dos trabalhos apresentados por seus alunos. Os registros ainda viram material de referência para toda a comunidade escolar, pois qualquer vídeo armazenado no Youtube pode ser facilmente compartilhado entre os alunos e professores da escola e fora dela.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como compartilhar uma lista de reprodução.

4- Permitir que estudantes explorem assuntos de interesse com maior profundidade
Ao criar listas de reprodução específicas para os principais assuntos abordados em sala, você cumpre o papel do mediador e oferece aos alunos a oportunidade de aprofundar os conhecimentos a respeito dos temas trabalhados nas aulas. Ao organizar playlists com vídeos confiáveis e relevantes, você permite que os estudantes tenham contato com os conteúdos que interessam a eles, sem que eles percam muito tempo na busca e na seleção de informações.

5- Ajudar estudantes com dificuldades
Você pode criar uma lista de reprodução com vídeos de exercícios para que os alunos resolvam no contraturno escolar. Esse material serve como complemento para os conteúdos vistos em sala e os estudantes podem aproveitá-lo para fazer uma revisão em casa dos assuntos vistos na escola.

6 - Elaborar uma apresentação de slides narrada para ser usada em sala
Você pode usar o canal de vídeo para contar uma história aos alunos e oferecer a eles um material de apoio que possa ser consultado posteriormente. Produza uma apresentação de slides narrada, com imagens que ilustrem o tema abordado e passe o vídeo em sala de aula.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como editar vídeos na página de exibição de vídeos.

7 - Incentivar os alunos a produzir e compartilhar conteúdo
Lembre-se: seus alunos já nasceram em meio à tecnologia. Por isso, aproveite o que eles já sabem e proponha que usem câmeras digitais ou smartphones para filmar as experiências feitas no laboratório de Ciências, para que desenvolvam projetos - como a gravação de um "telejornal" nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo - ou nas apresentações de seminários. O conteúdo produzido pelos estudantes também pode ser disponibilizado na rede - desde que os pais sejam comunicados previamente para autorizar a exibição de imagem dos filhos na rede. Tal ação pode incentivar os estudantes a participar de forma mais ativa das aulas.

8 - Permitir que os alunos deixem suas dúvidas registradas
Você pode combinar com seus alunos para que eles exponham as dúvidas no espaço de comentários do canal, logo abaixo dos vídeos. Assim, é possível criar ou postar novos vídeos sobre os assuntos sobre os quais os estudantes ainda têm dúvidas.
(Fonte: Youtube para professores)

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/8-razoes-usar-youtube-sala-aula-647214.shtml

terça-feira, 22 de novembro de 2011

1º Encontro de Tecnologias Livres de Santa Maria


Dia 26 de novembro realizar-se-á o 1º Encontro de Tecnologias Livres de Santa Maria, na Escola Marista Santa Marta. Serão 8 horas de palestras e oficinas, das 9 às 16 horas e o investimento é um brinquedo em bom estado, que será doado para crianças carentes. 

Para conhecer a programação completa acesse o endereço: http://bit.ly/smIY9P


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Curso de Introdução à Educação Digital


No dia 16 de novembro iniciamos o Curso de Introdução à Educação Digital com os professores da 8ª CRE, serão duas turmas, com onze participantes em cada turma. O curso começou com o módulo Blog, ministrado pelos professores Vanessa Roth e Angelo Pedro Cassol, cada aluno já criou o seu blog e já exercitou alguns recursos do mesmo, além de outras atividades. A próxima aula será dia 30 de novembro e contamos com a presença de todos.

















 


 Fotos: Angelo Pedro Cassol

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nota sobre concurso do magistério

O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), informa que o primeiro passo para concretizar o concurso do magistério foi dado com a publicação do regulamento no Diário Oficial do Estado, na ultima sexta-feira (28). As vagas serão por região e a expectativa é de que cheguem próximo a 10 mil professores para atuarem na rede pública estadual a partir de 2012. O Edital especificando a data de execução e regras mais detalhadas das provas do concurso do magistério será publicado nos próximos dias.

O concurso para funcionários de escola, ainda sem data definida, deve acontecer em 2012, mas a sua regulamentação já está definida no mesmo decreto publicado no último dia 28. O regulamento anterior datava de 1984, portanto sem considerar a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). 
Fonte: http://www.educacao.rs.gov.br/pse/html/noticias_det.jsp?ID=7780 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A Revista Nova Escola selecionou 50 grandes sucessos do cinema que rendem atividades em todas as disciplinas, do 1º ao 9º ano. Confira planos de aula com resumo dos enredos e indicação do conteúdo a trabalhar e aproxime sua turma dessa linguagem. Clique na imagem e acesse o conteúdo.